A Roda de Conversa Chuca e Siririca aconteceu no dia 26 de novembro e contou com a presença de aproximadamente 150 pessoas. O evento que estava marcado para as 17h30 já reunia público meia hora antes.
Enquanto o publico ia se aconchegando na roda e arredores, as falas iam surgindo e sendo expostas pela comunidade e os movimentos sociais presentes, como a ALBA, ANEL, FALGBT, DCE e a comunidade acadêmica.
Enquanto o publico ia se aconchegando na roda e arredores, as falas iam surgindo e sendo expostas pela comunidade e os movimentos sociais presentes, como a ALBA, ANEL, FALGBT, DCE e a comunidade acadêmica.
A primeira fala foi da Professora e coordenadora do Colóquio de Comunicação e Artes: Politicas do Corpo Lylian Rodrigues, que ressaltou a importância dos temas serem expostos e tratados com seriedade, explicou a importância do conhecer-se e do sentir-se, relatou experiências do próprio intimo para exemplificar a censura que existe em falar sobre os sentidos do corpo.
O dialogo continuou com o professor António Carlos Cavalcante, do colegiado de medicina que fez abordagens dos temas mesclando método, higienização, e os cuidados necessários com o corpo. Logo foi abordado pelos presentes que possuíam duvidas quanto aos métodos corretos a serem utilizados em relação a chuca e siririca, António esclareceu as duvidas e apresentou situações desconhecidas para muitos ali.
A resistência dentro da universidade para que o evento acontecesse foi pautada mais de uma vez pelos acadêmicos que trouxeram contribuições e experiências a serem compartilhadas com a roda, que não ficou presa ao tema tão polêmico “chuca e siririca”.
O corpo e suas politicas foram protagonistas das discursões, duvidas, experiências, e apelos. A busca por informação e a representatividade mostrou o empoderamento dos indivíduos presentes quanto às temáticas, quanto à seus corpos e ao enfrentamento às censuras do conservadorismo.
Veja algumas fotos:
Reportagem:Anália Ramos
Acadêmica de Jornalismo - Unifap
Fotos: Marta Bezerra e Igor Thiago
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