quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Por que denunciar e banir uma imagem?

Por que denunciar e banir uma imagem? 
Não há nela nenhuma violação aos direitos humanos. Não há crueldade. Não há insensibilidade. Não há violência e não há ódio. Há exatamente o oposto, o inverso. 
Não colocamos risco ou danos a terceiros. Não há conteúdo abusivo. 
Não conhecem nossa razão. Não reconhecem quem somos. 
Somos uma pluralidade de gente, de identidades, de sujeitos, de experiências distribuindo sentidos de vida, para a vida, da nossa vida e compartilhando luta, resistência e visibilidade social. Pessoas dos movimentos sociais, do governo, da universidade, da cidade e do entorno.
Enlouquecemos quando soubemos da denúncia. Falaram em tarja preta e a visão da amordaça surgiu. Reinventaram a visão e até rimos.
Pois bem, aos que denunciam, leiam as políticas da rede, o facebook “oferece a possibilidade de personalizar e controlar o que você deseja visualizar ou não com as opções de deixar seguir, bloquear ou ocultar publicações, pessoas, Páginas e aplicativos. Recomendamos que você use esses controles para personalizar melhor a sua experiência” “As pessoas frequentemente resolvem problemas com determinados conteúdos simplesmente entrando em contato com quem os publicou”.
Você que nos denuncia tem um intuito de banir, eliminar, exterminar... dos olhos dos outros, que nem lhe pediram por isso. PERAÍ!!! Você não quer ver? Você se ofende ao ver os peitos de uma mulher volumosos caídos com um enorme mamilo? Ou o seu problema é a cor do cabelo, ou as cores pintadas, o movimento lgbt, as lésbicas, as trans ou os pretos ou os gays? A nudez ou a sexualidade é o seu problema? Ou os dois? Você não quer falar no assunto, nem ver? Passe adiante, feche os olhos. Apenas. Mas, nos apagar e colocar à parte de toda a rede, é discriminação.

Lylian Rodrigues

Clarice Falcão - Survivor


Pelo direito de amamentar em público

A amamentação em lugares públicos é um direito da criança, por sua vez, das mães. Porém, regimentos internos de diversos estabelecimentos vêm proibindo tal ação e por este motivo iniciou-se vários manifestos em todo o país. MAMAÇOS foram feitos em praças, avenidas e exposições em mais de 50 cidades. O Colóquio De Comunicação e Artes: Politicas Do Corpo e o Simpósio Sobre Gênero E Diversidade abraçaram essa causa e produziram um mamaço em conjunto com o Ciranda Materna - Grupo de apoio à gestação, parto e maternidade. Que também irá realizar um mamaço durante o evento.

Fotos: Marta Bezerra




















O seio como instrumento confrontador


A naturalização dos seios nas redes sociais não é uma discussão nova, o Colóquio De Comunicação e Artes: Políticas Do Corpo e o Simpósio De Gênero e Diversidade organizaram este manifesto por meio da fotografia em busca da igualdade de gênero enfrentando padrões estéticos e a hipersexualização do corpo feminino. Objetiva-se que os seios sejam livres em diferentes ambientes, inclusive, nas redes sociais onde a censura vem se firmando 

Esse é o meu corpo!


Um convite de abertura pros devires!


Meu Corpo, Minhas Regras - Olmo e A Gaivota